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Governo prorroga auxílio emergencial no valor de R$ 300 por mais quatro meses

Governo prorroga auxílio emergencial no valor de R$ 300 por mais quatro meses

Com a prorrogação do benefício social, o gasto total ultrapassa os R$ 260 bilhões

O governo federal anunciou nesta terça-feira (1) a extensão do auxílio emergencial por mais quatro meses, até dezembro, com parcelas de R$ 300, conforme anunciou o presidente Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada após reunião com ministros e parlamentares aliados.

“O valor de R$ 600 é muito caro para quem paga, no caso o Brasil. Não é um valor, muita vezes, suficiente para todas as necessidades, mas atende. O valor definido é um pouco superior a 50% do valor do Bolsa Família”, disse Bolsonaro.

O calendário com as datas de pagamento das parcelas prorrogadas ainda não foi definido. O InfoMoney entrou em contato com o Ministério da Cidadania para questionar quando as datas serão divulgadas, mas a assessoria de imprensa da pasta informou que ainda não tem previsão, pois o novo calendário só será divulgado após a publicação da Medida Provisória (MP) que vai oficializar a extensão do auxílio.

Segundo dados do governo federal, o investimento no benefício social ultrapassa os R$ 200 bilhões e deve chegar a R$ 260 bilhões até o fim do programa.

O pagamento das parcelas é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, beneficiários do Bolsa Família e pessoas inscritas no Cadastro Único de programas sociais do governo federal.

Extensão do auxílio

A proposta inicial do governo era que o auxílio emergencial, criado para ajudar os brasileiros a atravessar a crise provocada pela pandemia, durasse três meses, com parcelas de R$ 200.

Mas o Congresso aprovou, em março, o pagamento de três parcelas de R$ 600. Depois o governo prorrogou o auxílio por mais dois meses, no valor de R$ 600, totalizando cinco parcelas.

Houve também alterações no formato dos pagamentos. A primeira rodada de depósitos, em abril, funcionava por data de aprovação do benefício. Ou seja, o trabalhador era aprovado pela Dataprev e enquadrado em grupos que recebiam o dinheiro de acordo com os lotes em datas determinadas.

Esse modelo incluiu os brasileiros que receberam o pagamento da primeira parcela em 9 de abril e que vigorou até meados de julho. Hoje, os trabalhadores recebem as cinco parcelas dentro de um calendário dividido em quatro ciclos.

Fonte: InfoMoney

Foto: (Rmcarvalho/Getty Images)

Postado por: Hiper Serviços

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